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Projeto que facilita o divórcio de vítimas de violência doméstica

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Paramos para refletir e pensar nas 5 mulheres mais importantes de nossas vidas, de acordo com estatísticas no Brasil pelo ou menos uma delas já podem ter sofrido ou estão sofrendo com a violência doméstica. A maioria das vítimas são agredidas por seus ex-companheiros ou pelo atual companheiro em qualquer lugar, nas ruas ou em suas próprias casas.

A violência contra a mulher faz parte da democracia, que de acordo com a OMS, ela acontece em todos os grupos sociais, culturais, religiosos e familiares, por diversas maneiras, desde a violência física, psicológica, patrimonial e moral.

A cada 17 minutos uma mulher é  agredida fisicamente no Brasil, de 30 em 30 minutos uma mulher sofre com a violência psicológica ou moral, a cada 3 horas alguém denuncia um caso de cárcere privado e em um mesmo dia, 8 casos de violências sexuais são descobertas toda a semana, uma base de 33 mulheres são assassinadas por homens que se relacionam ou já tiveram relacionamentos no passado.

Os ataques são semanais para em média 75% das vítimas, e pasmem, situação que se repete por no mínimo 5 anos, e essa violência também atingem as partes mais vulneráveis do relacionamento, pois na maioria das vezes a vítima é mãe, e as violências acabam sendo presenciadas pelos filhos.

As vezes nos perguntamos por que as vítimas não acabam com isso, mas não é tão simples assim, todas relatam ter medo de sofrerem uma agressão maior ou até um homicídio após denunciar.

O receio de se passar de vítimas a vilãs também assombram essas vítimas, além disso a maioria delas dependem financeiramente do agressor e não recebem apoio financeiro e nem emocional de amigos e familiares.

Outra coisa que elas temem é a falta de punição adequada para o agressor, que de acordo com a lei Maria da Penha, a punição vai de 3 meses a 3 anos de prisão, isso quando realmente ficam presos.

A única forma que as pessoas de fora têm para ajudar essas mulheres a sair dessa é realmente meter a colher e não aceitar que mais uma mulher seja vítima. Não acredite em brigas de casais, porque se não agirem com antecedência, amanhã pode não ser só uma vítima de agressão e sim de feminicídio, pense nisso.

A CDH (Comissão de Direitos Humanos) e LP (Legislação Participativa) aprovou na semana passada o projeto que garante priorizar as ações de divórcio a toda vítima de violência Doméstica, A proposta modifica a Lei Maria da Penha e o Código de Processo Penal para garantir que as ações de divórcio ou de dissolução de união estável tenha preferência.

O que uma vítima precisa entender é que essa causa não é só dela, quando se trate de um abuso de poder, agressão e maus tratos, isso se torna uma causa de todos.

Com vídeos, fotos e gravações de áudios ambientais, é possível apresentar provas concretas de todo o processo. Tudo é feito no mais alto sigilo, no intuito de auxiliar tanto a vítima, quanto a advogado nos processos.

A Agência Vera Detetives Particulares dispõe de Detetives preparados para a execução de tarefas, podemos fazer um acompanhamento da vítima, além de utilizar os mais diversos equipamentos em campo. Contate-nos.

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