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Pequenos Infratores

Pequenos infratores e um grande castigo, crianças derrotadas pelas drogas, seduzidas pelo crime, condenadas a prisão, mas nem um pouco disposta a permanecer atrás das grades, meninos e meninas que arriscam perder mais que a liberdade, arriscam perder a infância. Será como é a vida de crianças que estão atrás das grades? A triste e dura realidade de meninos e meninas que cometeram crimes e que pagam caro por isso.

José, nome fictício de uma criança de 12 anos de idade, preso porque roubou, tinha fumado crack pouco antes do crime e espera para falar com um juiz ainda atordoado pela droga. Outro que aguarda é Túlio, também com nome fictício, de 14 anos que também é viciado em crack, que abusa nas drogas e também nas gírias, ele vive nas ruas e sabe bem como é a rotina de menores presos.

Segundo Túlio lá dentro do reformatório tudo é razão para que os monitores agridam os menores que se encontram internados, se andar com as mãos na frente apanha, se falar tio apanha, ou seja, o que o munitor achar que não gostou quem paga são os menores.

No corredor de uma prisão pra menores, José reencontra a mãe, ela foi informada pela justiça sobre a audiência do filho e foi a primeira vez que se viram desde que o menino saiu de casa a mais ou menos um ano.

O caso de Túlio também seria ouvido naquele mesmo dia, o juiz demonstra mais preocupação com o vício do que com a acusação de roubo, depois de uma longa conversa, sai o veredito, dois meses de detenção.

Depois de algumas horas com o filho, a mãe de José terá que se despedir mais uma vez do filho, a sentença do garoto é de 6 meses por roubo, ele abraça e beija a mãe e depois observa a mãe partir, então a porta se fecha e ele terá que ficar mais seis meses sem ela. O julgamento foi rápido, agora Túlio e José são encaminhados para um temido centro de correção para menores em um prédio no centro de São Paulo.

Do vício das drogas ao crime, do crime a prisão, da prisão ao sofrimento, dois meninos e uma história comum de milhares de jovens brasileiros. Horários rígidos, privações, broncas, as vezes nada disso funciona, porque é tão difícil recuperar jovens que entraram para o mundo das drogas e do crime?

José ficou quase um ano preso e saiu dizendo que tudo a partir dali iria mudar, mas ficou somente dois meses com a mãe e voltou para prisão por causa de mais um assalto. Túlio conseguiu fugir do reformatório onde estava, mas está de volta ao tribunal, foi flagrado de novo em um assalto com mais três garotos.

Constantemente nos deparamos com noticiários de famílias que sofrem com a fase transitória de crianças que precocemente entram na fase da adolescência, e com isso diversas mudanças de comportamento vêm como uma bagagem inesperada.

De acordo com investigações, crianças e adolescentes entre 13 e 17 anos desenvolvem características psicológicas e sociais de uma vida totalmente diferente dos costumes diários da família.

Essas modificações fazem com que esses adolescentes se sintam à vontade para fazer algo fora do comum, talvez até mesmo para mostrar aos colegas sua capacidade de integração ou até mesmo como uma forma de se esconder da sociedade. Algumas atitudes e ações identificam a postura de uma criança ou adolescente que precisa de ajuda.

Frisamos que com provas em mãos fica muito mais fácil a tomada da melhor decisão. A Agência Vera Detetives Particulares se coloca a sua inteira disposição para maiores esclarecimentos.

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